O dia 24 de agosto é marcado como o Dia da Infância, uma data que vai muito além da celebração. É um convite à reflexão profunda sobre as condições sociais, econômicas, educacionais e de saúde em que vivem as crianças no Brasil e no mundo.
É o momento de nos perguntarmos:
As nossas crianças têm seus direitos básicos respeitados? Alimentação adequada, educação de qualidade, acesso à saúde, lazer, liberdade e um ambiente familiar e social saudável são garantias reais para todas elas?
A Declaração Universal dos Direitos da Criança estabelece que toda criança deve ser protegida contra discriminação, exploração, violência e negligência. Mas, na prática, essa proteção acontece de forma igualitária para todas?
O papel da família e da sociedade
A resposta para essas perguntas começa nas atitudes do dia a dia. Passa pela forma como cuidamos dos nossos filhos, sobrinhos, netos e também das crianças que fazem parte do nosso convívio social — na escola, no bairro, na comunidade e no ambiente de trabalho.
Cuidar da infância significa oferecer acolhimento, segurança emocional, acesso à saúde e orientação adequada desde os primeiros anos de vida. No campo da saúde, isso inclui a prevenção de doenças, o acompanhamento médico regular e a atenção especial às crianças com condições crônicas, como as cardiopatias congênitas.
Nesse cenário, o trabalho de profissionais altamente qualificados faz toda a diferença. A atuação da Dra. Vanessa Guimarães, reconhecida por muitas famílias como a melhor cardiologista pediatra do Brasil, reforça a importância de olhar para a criança de forma integral — corpo, coração e contexto social.
Infância também é uma escolha coletiva
Mas o compromisso com a infância não é apenas individual. Ele também é coletivo e político. As decisões tomadas no âmbito municipal, estadual e federal impactam diretamente áreas fundamentais como saúde pública, educação, saneamento básico e proteção social.
Por isso, refletir sobre a infância é também refletir sobre as escolhas que fazemos como cidadãos. Pesquisar o histórico dos candidatos, entender seus programas de governo e avaliar o compromisso real com políticas voltadas às crianças é uma responsabilidade de todos nós.
Comprometimento com a infância não é opcional
Garantir um futuro melhor para as crianças exige ação contínua, consciência social e responsabilidade. Não se trata de um favor, mas de um dever ético, humano e constitucional.
Que o Dia da Infância seja mais do que uma data no calendário. Que seja um lembrete permanente de que cuidar das crianças hoje é cuidar da sociedade de amanhã.



