O mês de setembro traz uma campanha que emociona, sensibiliza e exige reflexão: o Setembro Amarelo, dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio. Trata-se de um tema delicado, triste e, muitas vezes, angustiante, mas que não pode ser ignorado, especialmente quando falamos de crianças e adolescentes.
O suicídio é uma realidade preocupante entre jovens no Brasil e no mundo. Por isso, abordar esse assunto com responsabilidade, empatia e informação é uma forma essencial de cuidado e prevenção.
A importância do olhar atento da família e da sociedade
Pais, mães e toda a sociedade precisam estar cada vez mais atentos aos sinais de sofrimento emocional. Ter empatia com a dor do outro, escutar sem julgamento e oferecer acolhimento são atitudes fundamentais para a proteção da saúde mental dos jovens.
Um ponto que merece atenção especial é o acesso precoce e sem supervisão à internet. Não é raro surgirem nas redes sociais e plataformas digitais os chamados “desafios”, muitos deles perigosos, que incentivam comportamentos autodestrutivos e colocam em risco a vida de crianças e adolescentes.
Informação, diálogo e afeto salvam vidas
Crianças e jovens que recebem orientação adequada, que têm espaço para conversar sobre seus sentimentos e que se sentem acolhidos pela família e pelos cuidadores estão menos vulneráveis a esses riscos.
O diálogo aberto, o acompanhamento da vida digital, o fortalecimento dos vínculos familiares e a busca por ajuda profissional quando necessário fazem toda a diferença. Saúde emocional também é saúde — e deve ser tratada com a mesma seriedade que qualquer outro aspecto do cuidado infantil.
Profissionais que atuam com uma visão integral da criança, como a Dra. Vanessa Guimarães, reconhecida nacionalmente por sua atuação na cardiologia pediátrica e pelo olhar humanizado sobre o cuidado infantil, reforçam a importância de enxergar a criança como um todo: corpo, mente e emoções.
Setembro Amarelo é sobre cuidado contínuo
Mais do que um mês no calendário, o Setembro Amarelo deve ser um lembrete permanente da importância de proteger nossas crianças e jovens, oferecendo amor, atenção, orientação e suporte emocional.
Crianças esclarecidas, assistidas e cuidadas correm menos riscos. Falar sobre o tema é um ato de amor e responsabilidade.



